Abjurar: do Lat. ab. + jurare, v. tr., renunciar formalmente a certos erros (crença religiosa ou política) em acto público; retratar-se, apostatar.

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quarta-feira, julho 23, 2008

Petróleo está abaixo dos 128

Se o petróleo está abaixo dos 128 dólares (menos 20 dólares que o pico de algumas semanas) porque os postos de abastecimente não baixam o preço?

quinta-feira, julho 10, 2008

Notas da semana

Algumas notas interessantes e que considero positivas, neste semana:

- A criação do passe escolar nos transportes públicos (entre os quatro e os 18 anos) e um alargamento da acção social escolar nos ensinos básico e secundário, triplicando o número de beneficiários, o aumento das deduções com despesas de habitação, a redução da taxa máxima do IMI e o imposto sobre as reservas das petrolíferas são algumas das medidas anunciadas pelo Primeiro Ministro para auxiliar os portugueses;

- Manuel Alegre defendeu José Sócrates do ataque cerradíssimo de que o Governo foi alvo pela SEDES. Segundo Alegre, o que se está a passar com a SEDES é que "decidiu fazer uma viragem de agulhas à direita, para apoiar o PSD e Manuela Ferreira Leite", classificando as críticas como injustas;

- António Costa aposta na simplificação administrativa da Câmara Municipal de Lisboa, lançando o Simplis, onde Alvará ‘na hora’, simplificação do pedido de isenção de IMI e processamento mais eficaz das contra-ordenações de trânsito são algumas das 17 medidas propostas.

domingo, julho 06, 2008

TGV e o Petróleo

Dizia eu, neste Blog, a 10 de Julho de 2006 (há quase 2 anos, até parece mentira...):

Se tenho sérias dúvidas que a OTA deva ficar na OTA (???), relativamente ao TGV considero que é o maior investimento estratégico, até a longo prazo, que o país possa fazer.
Passo a explicar, se nos próximos 50-60 anos o paradigma da produção energética mudar, tal como a finitude do petróleo e do gás e o seu preço deixam advinhar, então, os primeiros “mortos” serão os veículos de tracção não eléctrica.
Se os automóveis, pela necessidade primária, serão facilmente substituíveis pelo metro, bicicletas e autocarros movidos a bio-diesel (não acredito que a produção deste combustível permita manter o número actual de automóveis), já os transportes aéreos parecem-me condenados a existirem para fins diplomáticos e militares: a aviação civil acaba.
As energias alternativas, exequíveis e viáveis, apenas permitem a produção de energia eléctrica em larga escala, por tanto, parece-me lógico que o transporte ferroviário seja o transporte do futuro, quer para passageiros quer para mercadorias, ou apostamos agora no TGV e na ferrovia, ou depois do petróleo e do gás, a sua construção será bem mais difícil.

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